Enquanto juntamos retalhinhos...ouvimos doces melodias...

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quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Muita coisa mudou. Deletei um monte de gente da minha vida. Tudo sem um pingo de remorso. Quem me conhece sabe que eu nunca fui assim. Sempre dei segundas, terceiras e décimas chances pra todo mundo. Sempre compreendi os erros alheios. Chorei e sofri junto. E passei a mão na cabeça de quem fingia querer o meu bem. Estou mentindo? A verdade é que, se me analisarem hoje, eu virei outra pessoa. Sou quase a mesma de sempre, mas sinto que não sou mais boazinha. Minha tolerância acabou, minha intuição fareja à distância uma cabecinha ruim.Não aceito mais ser amiga de gente mal-resolvida e que me ferra pelas costas.Não tenho raiva de ninguém, mas minha prioridade agora é uma só: Eu. Chega uma hora na vida que a gente tem que parar de ser boa com os outros e ser boa – primeiramente – com a gente. Outro dia uma amiga me disse uma frase que prometi não esquecer: Quando o ‘ajudar ao outro’ começa a te prejudicar, chegou a hora de parar. Ok. Me desculpem, então, os que larguei à deriva. Eu não vou tolerar ninguém que me faça ter sentimentos que não sejam incríveis. É uma questão de respeito com a minha própria vida. E comigo mesma. Não quero. Não posso. Não vou. Então pra você que acha que eu sou a mesma besta de sempre (que escuta, releva e põe panos quentes), um aviso: Tome cuidado comigo. Porque agora que eu sei o que me é caro, não vou mais deixar barato .

[Brena Braz]

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Sou convencional, apesar de não ser normal. Se eu me corto, eu sangro. Se bato o dedo no pé da mesa, dói. Sou uma pessoa comum. Acredito no 'até que a morte nos separe' e também no 'eterno enquanto dure'. Acredito que, se eu sou capaz de ser fiel, alguém mais pode ser. Acredito que eu não sou uma laranja, mas preciso da minha outra metade pra me sentir inteira. Valorizo as pequenas atitudes, assim como condeno pequenas mancadas. Sou rancorosa, guardo por anos uma coisa que me magoou de verdade. Sei perdoar. Passo por cima dos erros pra ficar junto das pessoas que eu gosto. Tenho meus limites. O primeiro deles é meu amor-próprio. Perdôo uma vez, porque errar é humano. Perdôo duas porque o ser humano é estúpido às vezes. Mas não posso viver perdoando, porque isso seria incompetência minha.

[Brena Braz]

terça-feira, 3 de setembro de 2013

"Muita coisa mudou . Deletei um monte de gente da minha vida . Tudo sem um pingo de remorso . Quem me conhece sabe que eu nunca fui assim . Sempre dei segundas, terceiras e décimas chances pra todo mundo . Sempre compreendi os erros alheios . Chorei e sofri junto . E passei a mão na cabeça de quem fingia querer o meu bem . Estou mentindo ? A verdade é que, se me analisarem hoje, eu virei outra pessoa . Sou quase a mesma de sempre, mas sinto que não sou mais boazinha . Minha tolerância acabou, minha intuição fareja à distância uma cabecinha ruim . Não aceito mais ser amiga de gente mal-resolvida e que me ferra pelas costas . Não tenho raiva de ninguém, mas minha prioridade agora é uma só : Eu . Chega uma hora na vida que a gente tem que parar de ser boa com os outros e ser boa – primeiramente – com a gente . Outro dia uma amiga me disse uma frase que prometi não esquecer : Quando o ‘ajudar ao outro’ começa a te prejudicar, chegou a hora de parar . Ok . Me desculpem, então, os que larguei à deriva . Eu não vou tolerar ninguém que me faça ter sentimentos que não sejam incríveis . É uma questão de respeito com a minha própria vida . E comigo mesma . Não quero . Não posso . Não vou . Então pra você que acha que eu sou a mesma besta de sempre (que escuta, releva e põe panos quentes), um aviso : Tome cuidado comigo . Porque agora que eu sei o que me é caro, não vou mais deixar barato."

(Brena Braz)