A mão dela cabia dentro da mão dele, como uma concha dentro de outra. (Pedro Paixão)
segunda-feira, 22 de setembro de 2014
Queria ficar toda a noite contigo para te contar a minha vida inteira. (Pedro Paixão)
domingo, 21 de setembro de 2014
Já reparaste no tempo que uma árvore leva a crescer? É um tempo muito lento, vagaroso. O nosso amor devia ser da mesma maneira.», disse ela, aproximado o seu corpo do dele. Ele manteve-se calado enquanto a imagem da árvore lhe trazia, por contraste, a ideia da fragilidade de tudo, e apertou com mais força a mão dela. Uma nuvem tapou o sol. O jardim parecia vazio e as duas almas juntaram-se numa só. (Pedro Paixão)
sábado, 20 de setembro de 2014
Nunca se sabe o que é para sempre, sobretudo nas coisas do amor. E era uma coisa do amor isto tudo. São tão estranhas as coisas do amor que não se compreendem por inteiro. Tem de se estar sempre a fazer suposições. Nunca se sabe como e até que ponto e até quando. (...) Quando se perde tudo pela primeira vez fica-se com o terror de perder todas as vezes. (...) O primeiro amor dá cabo de nós. E o último é sempre o primeiro.