Enquanto juntamos retalhinhos...ouvimos doces melodias...

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terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Em ti
gosto das coisas
mais simples
do sabor da tua pele
e do cheiro
dos teus cabelos.
Já beijei muitos lábios
mas os teus são
mais frágeis.
- Pedro Paixão

terça-feira, 23 de setembro de 2014

A mão dela cabia dentro da mão dele, como uma concha dentro de outra.

(Pedro Paixão)

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Queria ficar toda a noite contigo para te contar a minha vida inteira.

(Pedro Paixão)

domingo, 21 de setembro de 2014

Já reparaste no tempo que uma árvore leva a crescer? É um tempo muito lento, vagaroso. O nosso amor devia ser da mesma maneira.», disse ela, aproximado o seu corpo do dele. Ele manteve-se calado enquanto a imagem da árvore lhe trazia, por contraste, a ideia da fragilidade de tudo, e apertou com mais força a mão dela. Uma nuvem tapou o sol. O jardim parecia vazio e as duas almas juntaram-se numa só.

(Pedro Paixão)

sábado, 20 de setembro de 2014

Nunca se sabe o que é para sempre, sobretudo
nas coisas do amor. E era uma coisa do amor
isto tudo. São tão estranhas as coisas do amor
que não se compreendem por inteiro.
Tem de se estar sempre a fazer suposições.
Nunca se sabe como e até que ponto e até quando.
(...) Quando se perde tudo pela primeira vez fica-se
com o terror de perder todas as vezes.
(...)
O primeiro amor dá cabo de nós.
E o último é sempre o primeiro.

( Pedro Paixão)