Enquanto juntamos retalhinhos...ouvimos doces melodias...

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segunda-feira, 27 de junho de 2016

"Amar mesmo"? Isso existe? Ou se ama ou não. Não se ama só um bocadinho. Não se ama às vezes. Não se ama quando dá jeito, é confortável e engraçado. Ou se ama, ou não se ama. Sem dúvidas mesmo que com todas as interrogações iniciais.
Na dúvida gosta-se, acha-se piada, faz-nos rir e faz-nos sentir bem. Na dúvida ficamos para ver se amamos o outro. Não se ama num dia, mas há um dia que percebemos que ontem já amávamos. Que ontem já faziam parte de nós. Que ontem já queríamos o outro aqui.
"Amar mesmo", não existe. Ama-se e pronto. Sem mesmo. E sem merdas.

Rita Leston

domingo, 26 de junho de 2016

Assim, simples. Amo-te porque sim.
Amo-te sem jogos e sem cobranças. Amo-te sem pressas nem hesitações. Amo-te sem tempo nem espaço. Amo-te porque sim.
Simples.
 
Rita Leston

sábado, 25 de junho de 2016

Basta um abraço. Nada mais que o silêncio de um abraço. Bastam uns braços. Os teus braços ao meu redor. Nada mais que a força do teu abraço em mim.
Basta um abraço. Um abraço que tudo acalma. Uns braços que nos protegem. Uns braços que nos envolvem e seguram. Que nos aquecem e acalmam.
Basta um abraço. O teu. Em mim.

Rita Leston

sexta-feira, 24 de junho de 2016

Basta vires tu. Tu e o abraço. Não precisas sequer de algo dizer, chega só tu e o abraço. Aquele abraço que me cala, sossega e aquieta. Aquele abraço que me faz fechar os olhos, respirar fundo e sorrir.
Bastas-me tu. E o abraço. O que me conforta e descansa. Tu e aquele abraço calado que me traz todas as respostas. Aquele abraço que me retém contra o teu peito. Aquele abraço que faz de mim miúda. E invencível.
Basta vires tu. Eu já cá estou.
Trazes o abraço?

  Rita Leston

quinta-feira, 23 de junho de 2016

Apenas três coisas para uma noite descansada: ter-te aqui; ter o teu beijo de boa noite; ter os teus braços para me aninhar.
Adormecer assim. Sem mais. Na calma e no silêncio da noite.
Apenas uma para acordar feliz: continuares aqui pela manhã.
Vamos dormir, meu amor?
Acorda-me bem cedo com um beijo.
 
Rita Leston

quarta-feira, 23 de março de 2016

Obrigada por seres quem és. Obrigada por estares por perto quando mais preciso. Obrigada por tomares conta de mim. Por me fazeres encontrar quando me perco. Obrigada por me dares a mão quando tenho medo. Por me passares o braço por cima e me tirares o frio. Obrigada por me saberes sossegar. Por me protegeres e defenderes.
Obrigada por seres tu.
Tu. Sempre tu. E ninguém mais.
Hoje, era só isto: obrigada.
- Rita Leston -

sexta-feira, 4 de março de 2016

Basta um abraço. Nada mais que o silêncio de um abraço. Bastam uns braços. Os teus braços ao meu redor. Nada mais que a força do teu abraço em mim.
Basta um abraço. Um abraço que tudo acalma. Uns braços que nos protegem. Uns braços que nos envolvem e seguram. Que nos aquecem e acalmam.
Basta um abraço. O teu. Em mim.

- Rita Leston -

quinta-feira, 3 de março de 2016

Apaixonarmo-nos é relativamente fácil: um sorriso; uma química; uma conversa que desencaminha; um toque que se sente diferente; um sorriso que nos agrada. Apaixonarmo-nos pode acontecer quando menos se espera. Alguém pode fazer-nos acordar as borboletas que estavam adormecidas. Querer ir a correr só porque sim, mesmo que pareça não fazer sentido. Colocar-nos, até, o sorriso parvo nos lábios.
Apaixonarmo-nos é fácil. Difícil é permanecer longamente apaixonado. Pela mesma pessoa! Juntar a urgência da paixão à calma do amor. Continuar a que apeteçam os disparates do dia, mesmo quando a rotina se instala. Que só um toque nos arrepie como no primeiro momento. Quando se anseia um beijo, mesmo sabendo de cor o seu sabor.
A paixão é fácil. O amor nem sempre.

 Rita Leston

quarta-feira, 2 de março de 2016



Quando se quer arranjam-me maneiras e formas de resolver o que é complicado. Move-se o mundo. Revira-se a vida. Não há tempo que seja curto ou vontade que não exista. Não há distância, não há horas nem cansaço. Quando se quer!
Quando se não quer, arranjam-se desculpas.
- Rita Leston -

terça-feira, 1 de março de 2016

Fazes-me rir! Fazes-me rir com vontade logo ao acordar. Fazes-me rir só porque sim. Colocas-me um riso na alma e no mais profundo de mim. Fazes-me rir quando sei o teu riso endiabrado. Fazes-me rir quando me trazes o teu lado de miúdo.
Colocas um sorriso nos meus olhos. Colocas o riso dentro do meu coração. Fazes-me ouvir música no silêncio da manhã. Colocas-me um sorriso quando viras o nosso mundo do avesso.
E eu? Faço-te sorrir?

Rita Leston

sábado, 19 de setembro de 2015

Amo-te sempre, mesmo que ausente. Amo-te, mesmo que não te diga todos os dias. Amo-te mesmo que calada. Amo-te mesmo que amar também seja isso: nada fazer ou dizer. Amo-te no silêncio dos dias e na calada da noite. Amo-te sem princípio ou fim, mas como uma extensão de mim. Amo-te quando te digo e com isso te irrito. Amo-te quando estou aqui ou quando fui ali. Amo-te de dentro do pensamento e do avesso do corpo. Amo-te de alma e com calma. Amo-te na urgência do depressa.
Amo-te sempre. Amo-te ainda.
Amo-te, já te tinha dito? Só para o caso de, ontem para hoje, te teres esquecido.
Amo-te. És parte de mim, sabias?


- Rita Leston -

sexta-feira, 18 de setembro de 2015

Há ainda em mim tanto de ti.
Esqueceste-te de ti aqui. Ficaste por cá sem pedir autorização à dona do espaço. Arrumaste-te no canto mais profundo onde eu tento não te encontrar. Permaneces por cá há tão longo tempo, como que enraizado em mim, que começo a duvidar que algum dia decidas vir buscar-te. Lembra-te onde te deixaste e vem-me buscar a mim.
Há em mim tudo de ti.


- Rita Leston -

quinta-feira, 17 de setembro de 2015

_______________Estado Civil:__________________
                    
                             à tua  espera.


Assim. Parada. Literalmente em modo suspenso enquanto tu não vens. Com a vida em modo de pausa. Quieta. Calada. Imperturbável. Demoras?

- Rita Leston -

quarta-feira, 16 de setembro de 2015

São horas. É por esta hora que dou por mim pensativa. Quando o dia pára. Quando a confusão começa a dissolver-se e o barulho lá fora acalma. Quando os putos adormecem e a casa fica vazia. Quando apetece o colo. Quando o encostar a cabeça no teu ombro significa o paraíso. Quando a companhia apetece e simplesmente olhar para a televisão até se torna um programa confortável.
São horas! Vou-me arranjar! Porque a tua ausência tem hora marcada. Tem hora certa de chegar. Mas nunca sei quando se decide ausentar.


- Rita Leston -

terça-feira, 15 de setembro de 2015

Porque até poderia conhecer outras pessoas. E porque, supostamente, ninguém é insubstituível. Porque o decurso do tempo até poderia ajudar. Porque sim! Porque teria de ser.
Mas. E há sempre um estúpido de um "mas" que ecoa no fundo de nós.
Mas não há nenhum como tu. Nenhum que preencha da mesma forma. Nenhum que vá completar a metade vazia. Nenhum que me saiba de cor. Nenhum como tu.
"Can't find a Better Man.


- Rita Leston -

quarta-feira, 9 de setembro de 2015

Gosto de te sentir. Adoro os arrepios. Gosto de imaginar.
Gosto de cheirar a brisa numa noite quente. Gosto de saborear o teu perfume âmbar. Gosto de imaginar um sonho. Arrepio-me unicamente com memórias. Sei que estás aí mesmo quando não te vejo.
Preciso de ver o vento para o sentir? Preciso de ver o cheiro do teu perfume? Como vejo a nossa temperatura quando estamos juntos? Como sei que te amo?
Não preciso de ver para crer. Mas tenho de sentir.
Só por não conseguires ver algo não quer dizer que não exista.


Rita Leston

terça-feira, 8 de setembro de 2015

Apetece-me sair porta fora. Sair e ir ter contigo.
Apetece-me ligar-te. Questionar-te sobre as minhas dúvidas.
Apetece-me ouvir-te. A tua voz tem o dom de me acalmar.
Apetece-me ver-te. E confirmar que estás bem.
Apetece-me dar-te um beijo. E receber um abraço.
Apetece-me dar-te um sorriso. E receber uma gargalhada.

Apetece-me sair e pronto. Ir ter contigo. Estar contigo. Passear contigo. Falar contigo. Recordar contigo. Sonhar contigo. Telefonar-te e ouvir-te. Escrever-te e ler-te.
Há dias em que o impulso de o fazer é quase mais forte que a minha capacidade de autocontrolo.
Apetece(s)-me tudo. Mas contigo. E só contigo.


Rita Leston -

segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

Guardo-te num abraço. Conservo-te num beijo. Escondo-te numa memória. Resguardo-te numa carícia. Oculto-te no pensamento.
Há um sítio onde tu és intocável. Inalterável. Inapagável. Um sítio onde ninguém mais tem acesso. Onde mais ninguém consegue entrar. De onde tu não te queres ausentar.
Há um lugar de onde tu não sais. De onde não te ausentas. Onde permaneces.
Esse lugar sou eu.

- Rita Leston -