*Que a gente deixe de lado medos, dúvidas, angústias, incompreensões,* * tudo aquilo que não vale a pena, e se entregue a qualquer possibilidade que nos conduza a um instante de felicidade".
* *Erica Gaião**
Enquanto juntamos retalhinhos...ouvimos doces melodias...
Mostrando postagens com marcador Erica Gaião. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Erica Gaião. Mostrar todas as postagens
domingo, 16 de fevereiro de 2014
domingo, 10 de novembro de 2013
sábado, 9 de novembro de 2013
(Erica Gaião)
sexta-feira, 8 de novembro de 2013
"(...)o que temos de mais essencial é aquilo que guardamos no fundo da nossa alma e atende pelo nome de generosidade. Um desejo íntimo do sentimento pelo sentimento, capaz de frear a intolerância, minimizar as diferenças e romper os muros construídos pelo ressentimento. Essa sublime generosidade distribui sentimentos de ternura, multiplica os afetos e dá vida a nossa inesgotável capacidade de amar…"
(Erica Gaião)
quarta-feira, 6 de novembro de 2013
"Em silêncio levantou e abriu a janela. Contemplou, com olhos de amor à primeira vista, aquela manhã surpreendente. O sol que brilhava intensamente lá fora tocava suavemente a sua face; sentia um calor na alma, semelhante ao calor do sangue que corria em suas veias… Era a vida se descortinando, se revelando na sua própria delicadeza. Era a vida se fazendo na mais pura beleza.
Do lado de fora, sob àquela paisagem que pouco a pouco se manifestava, identificava com riqueza de detalhes, cada um de seus pedaços; percebia no frescor daquela manhã, cada um de seus desejos… Na paisagem emoldurada, a natureza viva lhe falava sobre as suas verdades ocultas. E cada uma delas, no seu tempo, sob a luz do sol, ia tomando forma e se transformando em cenas do seu cotidiano.
Na sutileza daquele mágico momento, ouvia a voz da sua memória. Era um sopro de eternidade trazido pela agradável brisa que vinha do lado de fora. Na memória, traços de alegria revelavam lembranças daquele tempo em que nada era capaz de lhe roubar a esperança.
Ainda em silêncio, permaneceu ali, pensando em tudo que havia experimentado: nos amores e seus sabores; nos dissabores, também. Nos julgamentos, nos encontros, nos desencontros… Sob o véu da reflexão surgiam por dentro, sentimentos dos mais variados. Uma mistura híbrida de sentimentos que contrastavam com a beleza daquela paisagem. Era em parte solidão, mas na solidão havia um pedaço de presença; no medo, a coragem; no começo, o fim.
De repente, um inesperado vento soprou-lhe a face, levando com ele os maus sentimentos, trazendo de volta a esperança que havia se perdido dentro do baú das recordações.
A partir daquele dia, cada vez que abria silenciosamente a janela, ouvia um cântico, entoado pelo som da sua própria voz, dizendo que o sol que descortinava a escuridão do quarto era o mesmo que iluminava por dentro."
Do lado de fora, sob àquela paisagem que pouco a pouco se manifestava, identificava com riqueza de detalhes, cada um de seus pedaços; percebia no frescor daquela manhã, cada um de seus desejos… Na paisagem emoldurada, a natureza viva lhe falava sobre as suas verdades ocultas. E cada uma delas, no seu tempo, sob a luz do sol, ia tomando forma e se transformando em cenas do seu cotidiano.
Na sutileza daquele mágico momento, ouvia a voz da sua memória. Era um sopro de eternidade trazido pela agradável brisa que vinha do lado de fora. Na memória, traços de alegria revelavam lembranças daquele tempo em que nada era capaz de lhe roubar a esperança.
Ainda em silêncio, permaneceu ali, pensando em tudo que havia experimentado: nos amores e seus sabores; nos dissabores, também. Nos julgamentos, nos encontros, nos desencontros… Sob o véu da reflexão surgiam por dentro, sentimentos dos mais variados. Uma mistura híbrida de sentimentos que contrastavam com a beleza daquela paisagem. Era em parte solidão, mas na solidão havia um pedaço de presença; no medo, a coragem; no começo, o fim.
De repente, um inesperado vento soprou-lhe a face, levando com ele os maus sentimentos, trazendo de volta a esperança que havia se perdido dentro do baú das recordações.
A partir daquele dia, cada vez que abria silenciosamente a janela, ouvia um cântico, entoado pelo som da sua própria voz, dizendo que o sol que descortinava a escuridão do quarto era o mesmo que iluminava por dentro."
(Erica Gaião)
terça-feira, 5 de novembro de 2013
"Sou a soma de tudo o que vejo…
Sou a soma dos meus desejos,
dos meus anseios.
Sou a soma dos meus desassossegos...
Minha alma nua é pura poesia;
E a poesia habita as múltiplas casas do meu ser.
Sou tecida pela esperança desde a minha tenra infância.
Sou concreta e abstrata.
Sou complexidade fragmentada, preenchida de sensibilidade.
Sou emoção pura, intensa, inteira…
Nas palavras encontro o meu universo paralelo.
Nas palavras encontro a mais pura expressão
da minha alma nua.
São minhas as palavras. São minhas!
Palavras que me libertam, mas também me condenam…
Minhas intenções são uma composição de sentimentos despretensiosos e amor.
O amor reside em mim.
Meu amor não cabe em mim!
Meus desejos são intensos,
assim como são as minhas alegrias.
Assim como são as minhas tristezas,
porque eu sou tudo misturado…
Uma mistura hibrida de essência pura, consistente…
Uma mistura hibrida de essência pura, frágil…
Incompreensível pela razão;
Compreendida pelos sentidos.
Meu pensamento é nômade.
Minha alma transita.
Minhas escolhas nem sempre são certas;
Mas o meu caminho percorre a linha do sentimento.
Meu caminho percorre a linha da beleza;
Embora a beleza do mundo viva dentro de mim, acalentada.
Minha verdade é sentimento!
Minha razão é sentimento!
Não busco a razão;
A minha razão é a emoção do meu sentimento!
Porque eu sou a soma de tudo o que sinto…
Sou emoção, sou instinto.
Sou palavra solta no vento,
que carrega algum desalento.
Mas que ainda acredita na cura trazida pelo tempo.
Porque eu sou em essência a mais pura poesia.
Liberta, sem pretexto…
Sou um texto, sem contexto…
Sem intenção de ser…
Porque sou apenas a soma de tudo aquilo que vejo.
De tudo o que sinto…
E os sentimentos estão em mim!"
Sou a soma dos meus desejos,
dos meus anseios.
Sou a soma dos meus desassossegos...
Minha alma nua é pura poesia;
E a poesia habita as múltiplas casas do meu ser.
Sou tecida pela esperança desde a minha tenra infância.
Sou concreta e abstrata.
Sou complexidade fragmentada, preenchida de sensibilidade.
Sou emoção pura, intensa, inteira…
Nas palavras encontro o meu universo paralelo.
Nas palavras encontro a mais pura expressão
da minha alma nua.
São minhas as palavras. São minhas!
Palavras que me libertam, mas também me condenam…
Minhas intenções são uma composição de sentimentos despretensiosos e amor.
O amor reside em mim.
Meu amor não cabe em mim!
Meus desejos são intensos,
assim como são as minhas alegrias.
Assim como são as minhas tristezas,
porque eu sou tudo misturado…
Uma mistura hibrida de essência pura, consistente…
Uma mistura hibrida de essência pura, frágil…
Incompreensível pela razão;
Compreendida pelos sentidos.
Meu pensamento é nômade.
Minha alma transita.
Minhas escolhas nem sempre são certas;
Mas o meu caminho percorre a linha do sentimento.
Meu caminho percorre a linha da beleza;
Embora a beleza do mundo viva dentro de mim, acalentada.
Minha verdade é sentimento!
Minha razão é sentimento!
Não busco a razão;
A minha razão é a emoção do meu sentimento!
Porque eu sou a soma de tudo o que sinto…
Sou emoção, sou instinto.
Sou palavra solta no vento,
que carrega algum desalento.
Mas que ainda acredita na cura trazida pelo tempo.
Porque eu sou em essência a mais pura poesia.
Liberta, sem pretexto…
Sou um texto, sem contexto…
Sem intenção de ser…
Porque sou apenas a soma de tudo aquilo que vejo.
De tudo o que sinto…
E os sentimentos estão em mim!"
(Erica Gaião)
segunda-feira, 4 de novembro de 2013
(Erica Gaião)
Assinar:
Postagens (Atom)










